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domingo, 24 de outubro de 2010

Jorge e Pablo organizaram o evento em Razzia e o público fez a festa multi-cultural...

Exposição :
2010-10-24 12:45
Jorge Campos apresentou "Arte com significado". O escultor e artista plástico povoense, mostrou os seus dotes e deslumbrou o púbico com a simplicidade artística, humana e pessoal...

O seu vizinho Espanhol, Pablo Fernandez Macho apresentou "Água e Fogo". O fotógrafo mostrou a sua técnica de imagem, estética e velocidade da mesma e muita disposição...

Todos os caminhos iam ter a Razzia, Seefeldstrasse 82, 8008 Zurique, logo acima do Lago de Bellevue, no dia 23 para 24 de Outubro 2010. A casa encheu de gente de multi-raças a viver na cidade de Zürich, de todas as idades. A festa começou exactamente pelas 19h00 em ponto com entrada livre, no qual encheu de imediato, ao entrar-se no espaço teve-se direito a uma carta para terem direito a uma bebida grátis, o aperitivo estava à espera...
O artista povoense não contava com tanta gente portuguesa, de facto o povo da sua comunidade surpreendeu-o pela primeira vez e pela positiva, valeu a publicidade na TV Minho, e principalmente as andanças nos Convívios Culturais com o livro das Marias da Fonte, não esquecendo os amigos que Jorge vai adquirindo ao longo dos tempos... Teve na sua presença mais de meia centena de portugueses entre muitos estrangeiros, que entravam e saiam. Contou com a presença do Cônsul de Zurique António Antas de Campos, Bijuteira Fátima da Silva, Jornalista Adelino Sá e do autor Quelhas...
Nesta exposição, os artistas compartilharam a sua arte, alegria e entusiasmo com o público que aderiu ao convívio... A solenidade esteve à altura de todas as pessoas ali presentes, porque "o público fez a festa" e a mesma prosseguiu pela noite dentro. O DJ agradou à maior parte do público, meteu músicas dos anos 60. O povo dançou, conversou, bebeu, comeu e fizeram companhia aos dois grandes homens da cultura latina em terras Helvéticas.
As obras presentes em Razzia, para além de apreciadas, também foram cobiçadas. Diga-se que não existe dinheiro que pague o valor artístico de quem o tem, mesmo assim, para além do preço preferido pelos autores das obras, venderam alguns exemplares.
Porém pergunto; Quantas carteiras não têm poder de compra? Atrevo-me a dizer, se assim não fosse haveria mais gente a comprar obras de arte ou no caso de elas serem mais baratas, não teriam o mesmo valor artístico?!... Seja como for, o evento correu acima das expectativas e o Jorge Campos e o Pablo Fernandez Macho eram dois homens felizes. Ganhou a Cultura multi-cultural, os artistas e o público a viver na grande comunidade em Zürich.
autor:
Quelhas

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