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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Os Homens e as Máquinas pelo Autodidacta, Escultor e Artísta Plástico Jorge Campos

Os Homens e as Máquinas
Os Homens e as Maquinas: A Técnica e a Cultura são duas dimensões indestrutíveis perante toda a sociedade Humana.

Graças há primeira fabricação de um instrumento, assim desta maneira, o Homem ganha a passos largos e terreno sobre a Natureza, como dizer não há passado sem história, como também não haverá futuro sem um presente.

As formas da arte, uma vez criadas e postas há prova, normalmente têm uma reacção extraordinária e conservadora, e que resistem as mudanças. Algumas das formas utilizadas actualmente, levam ainda bolhas dos antigos vínculos colectivos. Mas também muitas vezes, uma obra de arte pode criar um efeito racional ao observador, criando-nos um efeito de "alerta" para o futuro. Uma vez que vivemos e dependemos duma esfera burocrática, que coloca em movimento um processo, destrutivo que escraviza e mecaniza o Homem, transforma-nos em simples engrenagens, para que possam funcionar com todo o sistema, em tempos modernos.

Por esta razão penso que a arte ainda é verdadeira no meio de uma sociedade completamente em decomposição, e se não queremos acabar com a fé, e função social, a arte deve mostrar ao Mundo, e ajudar que ainda se pode mudar, e ajudar a reflectir sobre a decadência.

Tentando assim desta maneira evitar que um dia não tenhamos que utilizar todas as nossas armas…Tratando de viver desarmado.



Men and Machines

Technology and Culture are two enduring features that run through all human societies.

Thanks to the fashioning of the first tool, and as a direct result of this, Mankind has taken huge steps and has completely outpaced Nature.  There is no past without history, just as there will be no future without the present.

Different art forms, once created and put to the test, often have an extraordinary reaction, which may be long lasting and resistant to change.  Some of the forms currently used still bear the traces of the old collective links.  But then again, very often a work of art may provoke a rational effect on the observer, making us “alert” to the future.  Since we are living in, and are dependent on, a bureaucratic system that gives impetus to a destructive process, which enslaves and mechanises Mankind, we are all transformed into the same gearing in order to function within such a system in these modern times.

For this reason I think that art still continues to represent the truth in these times when society is in such a state of complete collapse, and if we don’t want to end up losing all hope and social interaction, then art must be able to show the whole world that change is possible and help it to reflect on the decadence.  In this way we can avoid the need to ever have to use weapons, and thus never have to resort to violence.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Monumento comemorativo do Centenário da República, pelo escultor Povoense a viver em Zürich, Jorge Campos, ficou nos lugares cimeiros... Viva a cultura! Viva Portugal!

Planta-forma do projecto...

A Câmara Municipal de Lisboa lançou um concurso público aberto à comunidade artística, designers, arquitectos e arquitectos paisagistas, para a criação de um monumento comemorativo do Centenário da República. O procedimento visa seleccionar 5 (cinco) trabalhos de concepção do projecto.
A iniciativa de lançar o concurso para a criação do monumento comemorativo do Centenário da Implantação da República resulta de uma proposta aprovada pelo executivo municipal subscrita pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa.

Pela importância que a cidade Lisboa assumiu como palco de acontecimentos relevantes inscritos na História da República em Portugal, pretende o município com esta iniciativa e com a concepção e colocação no espaço público de um monumento, assinalar o corolário das comemorações, ligando o passado ao presente e ao futuro.
A localização prevista para implantação do monumento é o cruzamento da Avenida da República com a Avenida de Berna, na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima.

Biografia: Planta-forma do projecto...

Centenário da Implantação da Republica.
Monumento Comemorativo do primeiro centenário da República. Este monumento considera a implantação da Republica na História da Nação Portuguesa, comemorada no ano 2010,e è composta por 100 pilares em granito que simbolizam os cem anos desde que o regime republicano foi instaurado em Portugal. O monumento è composto por cinco patamares, cada um com vinte pilares, encimados pelo escudo em metal.    


Jorge Campos  

Nota: "O povoense a viver em Zürich, Jorge Campos, apresentou o projecto que refiro, ficando fora da corrida, mas nos lugares cimeiros! Parabéns Jorge pelo teu talento e dedicação à arte!"
Quelhas

Campos da Silva Jorge Manuel J.Campos@usz.ch

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A Humildade



Titulo (Humildade) 




Uma luz ou uma estrela?



O que é ser humilde ou necessitar de ser humilde?

Muitas pessoas associam a pobreza com a humildade, no meu modo de ver, penso que a humildade já nasce com nós próprios.

Penso que a humildade é uma "Virtude" que, consiste no conhecimento, e nos seus próprios limites e sensibilidades, só assim nos permite completar de acordo com esta ciência.

Mais exactamente: A humildade é entendermos aquilo que realmente somos, para termos consciência do nosso próprio nível íntimo actual…

Como dizer: Reconhecer as nossas próprias qualidades e aceitar os nossos próprios defeitos ou equívocos, antes de corrigir os dos outros!

Na minha opinião, ser humilde não é alarmar os nossos próprios actos, mas sim permitir que sejam as outras pessoas a darem conta das nossas qualidades, sem necessidade de nos convencerem de elas mesmas.

Ser humilde geralmente é ser modesto, é viver sem superstição.



Jorge Campos

Vamos falar um pouquinho do amanhã de ontem...

A duçura da Vida:


Vamos falar um pouquinho do amanhã de ontem...

A doçura da Vida:

Todos nos sabemos que, a Humanidade no seu desejo, procura encontrar a felicidade…
A Gente empenhou-se por todas as partes à procura das energias e forças da Natureza, para logo coloca-las ao nosso serviço...
Com as tempos que se perdem e, as noites que correm atrás dos dias e, os dias correm atrás das noites!
- Será que poderemos encontrar a felicidade ou não?!
Algumas vezes perguntamo-nos a nós próprios...
- O que é vida e o que pensamos sobre a própria vida?
Penso que todos nós temos experiências memoráveis e, oportunidades que a vida nos dá e que valem a pena.
Mas também penso que a vida muitas vezes é injusta com alguns de nós e até acabar mesmo por nos dar algumas surpresas.
Á partida penso que somos pessoas felizes por termos nascido no sítio que nos tocou, porque a vida é uma lotaria!
Quanto a mim e até agora, só posso dizer que me tratou bem, posso mesmo dizer que não me faltou nada, mas sabendo que, nem tudo pode ser perfeito.…
Por esta razão e devido a algumas experiencias, tratei, e trato de dar um significado a tudo que me rodeia, não quero ser como muita gente! Viventes, mas mortos ao mesmo tempo!…
Quero saber como me sinto, como penso e como estou e acima de tudo saber quem sou!...
Prefiro ser escravo da minha Arte, mas não da minha estupidez!
Sei que quero viver com todas as facetas, mas para mim o mais importante é o sentimento que sinto perante todos os seres Humanos e pela Natureza Mãe e pelo Deus que a criou…
Quantas vezes lemos um livro ou uma revista e encontrámos um artigo, que nos toca profundamente.
Quantas vezes lemos um livro, que nos leva ao conhecimento e à novidade, fazendo mesmo dilatar a nossa mente e mesmo muitas das vezes nos faz entender o Mundo que nos rodeia.
Por esta razão, hoje partilharemos todos este momento, que na minha opinião é uma maneira de interpretar a Arte juntamente com pessoas que procuram a intensidade da Arte e Leitura. “Arte com significado e Arte com Razão”
J. C

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O homem de Portugal


O Homem de Portugal

É gratificante que, a gente da nossa terra apreciem todos os tipos de iniciativas culturais e, dêem mais valor a todo o trabalho que esta por detrás de tudo isto.
Também não quero deixar de agradecer a toda voz que têm vontade de apoiar todos os eventos, dos quais muitos deles são gratuitos…
Porque são vocês caros senhores, que com a vossa presença estimulam a imagem do nosso Portugal.
Porque a Cultura é uma das principais formas de divulgação do nosso Portugal no exterior.
Como por exemplo: Literatura, Musica, Culinária, Artes Plásticas e outras manifestações artísticas, são elementos significativos para a construção da imagem de um País, especialmente do nosso Portugal.
Porque somos uma sociedade com muitas diversidades, inclusive tolerante, e em constante processo de renovação…
Quanto a este tipo de inventos, são de facto algo que se deveria manifestar-se mais vezes, até mesmo criar uma Comissão Cultural...
Porque em cada um de nós, que vivemos no exterior independentemente qual o motivo que nos trouxe até aqui, ou a função de cada um de nós, temos que ser conscientes que em cada gesto estamos a vender a imagem do nosso Portugal, como uma maneira de dizer somos uma marca Portuguesa perante todas as pessoas que estão à nossa volta…
Porque ser Português não é simplesmente trazer uma bandeira com cinco Quinas
J.C

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Serões Culturais na APZ com o autodidacta Povoense Jorge Campos discurso por Quelhas

Hoje é um dia especial para um amigo, e passo a ler de amigo para amigo, e para o público aqui presente.

Serões Culturais na APZ organizado pelo Conslheiro das cumonidades Manuel Beja, com o autodidacta Povoense Jorge Campos discurso por Quelhas
14/01/2011

Jorge Campos é um homem com uma H grande, embora grande! É grande também na grandeza Cultural e ama a Cultura. Jorge Campos tem uma personalidade forte, desinibido e sem preconceitos, amigo de seu amigo e sempre pronto a ajudar no que pode, enfim, não tenho muitas mais palavras para descrever o Jorge, pois, cada um de nós é que tem que descobrir o Jorge a nível Cultural e porque não pessoal, porque ele é humano…

Quelhas conhecido por poeta inspirador, pelo meu primeiro livro de poesia “Inspiração do Compositor” faz um poema em homenagem a Jorge Campos que passo a ler:



Quelhas

Jorge Campos,

Figura ilustre de então,

Personagem sem igual,

Contamina pessoas, senão,

Na Suíça e em Portugal...


Da Póvoa de Lanhoso saltou,

Para Zurique inquieto,

Aqui e ali semeou,

Suas obras d, arte decerto,

Para o Mundo que as abraçou...


Se tornou autodidacta,

Adquiriu, técnica e prática,

Suas obras enalteceram,

Esculturas e pinturas modernas,

Que culturalmente nos enriqueceram...


Agradeço mais uma vez a todos, em nome do Jorge Campos, muito bem-haja.
Obrigado.
escritor: Quelhas
 

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